sexta-feira, 18 de março de 2011

Hormônio da gravidez é usado para emagrecer


Mulheres combinam dieta de 500 calorias com injeções diárias da medicação. Órgão norte-americano questiona eficácia do tratamento
Perda de peso é acentuada com o hormônio da gravidez
Um novo tratamento para emagrecer tem sido feito nos Estados Unidos com injeções diárias do hormônio da gravidez, o hCG. Originalmente usado contra infertilidade, a medicação agora promete perdas de até 500g de gordura por dia.

O resultado é alcançado por mulheres que se submetem a uma dieta bastante de restritiva, de apenas 500 kcal por dia, número até cinco vezes menor que o recomendado para manutenção do peso.

Além da perda ser expressiva, ela também é bem direcionada. O emagrecimento atinge braços, pernas e cintura, regiões em evidência no corpo feminino, nas quais o prejuízo estético e de saúde pode ser maior.

Apesar do aparente sucesso, e da procura elevada em clínicas médicas, o procedimento ainda carece de estudos e comprovação científica. “Essa indicação das injeções é off label, ou seja, não está na bula”, conta Mário Cavagna, diretor da secretaria de reprodução humana da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

A hipótese mais comentada por médicos norte-americanos sugere uma relação entre hormônio e sensação de saciedade. As mulheres passariam a suportar melhor a fome, apesar da dieta muito restritiva.

Alguns especialistas afirmam ainda que o hormônio consiga enganar o corpo da mulher, elevando o metabolismo e fazendo a perda de gordura acontecer mais rapidamente, como se ela estivesse grávida. Isso sem prejuízo à massa muscular.

“O hormônio induz a ovulação, por isso a mulher em tratamento para engravidar recebe a injeção”, explica Cavagna. Mas a medicação é ministrada em dose única, bem diferente das aplicações diárias no tratamento para emagrecer.

O resultado disso pode ser danoso ao organismo. Há risco da menstruação cessar e até de infertilidade. “Mas como não existem estudos, não dá para saber ao certo o impacto do medicamento”, alerta o médico.

Alto custo

Apesar dos riscos e da falta de comprovação científica, o tratamento tem encontrado mulheres dispostas a pagar US$ 1 mil por mês para emagrecer. O custo é destinado às ampolas com hormônio, seringas para aplicação diária e consulta médica mensal.

O sucesso do tratamento já despertou a atenção do FDA, órgão que regula a venda de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos. A agência alerta para a falta de evidência científica do método e afirma que recebeu relato de uma paciente vítima de embolia pulmonar após receber as injeções.

O hormônio também poderia estar ligado a outros efeitos colaterais, como depressão, coágulos e aumento do volume das mamas.

Fonte: Ig

"Todo cuidado é pouco com estas inovações no mercado. As pacientes devem esperar pelos estudos científicos para comprovarem a eficácia desta novidade", é o que aconselha a nutricionista Patrícia Brigagão Mendes.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Crianças Saudáveis e Pais contentes

Não precisa negar um refrigerante ou um salgadinho de vez em quando, mas manter as rédeas da alimentação dele é essencial
Hábitos saudáveis de alimentação vêm do berço
Videogame e fast food. Em outras palavras, sedentarismo e má alimentação. Desde que estes elementos entraram na vida das crianças e adolescentes, a preocupação dos pais com a nutrição dos filhos tornou-se mais justificada. Segundo o jornal britânico The Telegraph, uma recente pesquisa realizada pelo Programa Nacional de Medição Infantil do Reino Unido afirma que quase 25% das crianças entre quatro e cinco anos já estão acima do peso. Mas como é possível vencer este desafio?

Tim Straughan, chefe-executivo do Centro de Informações do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, disse ao jornal que estas estatísticas mostram que é preciso combater a obesidade infantil com maior intensidade, além de estimular a alimentação saudável e a atividade física entre as crianças, principalmente para reduzir problemas de saúde futuros. No Brasil, não deve ser diferente. Mas a preocupação com a nutrição e boa alimentação da criança não deve começar somente aos cinco anos: já nos primeiros dias de vida, a amamentação protege o bebê de muitos problemas. E persistir nela, caso pareça difícil no começo, vale a pena.

Mantida a fase do aleitamento materno exclusivo – de acordo com a OMS, ela deve ir até os seis meses de idade – e preocupando-se desde o princípio em evitar que as crianças sejam vítimas da obesidade, não há motivo para desespero. O iG Delas desvendou como uma papinha deve ser feita para alimentar o bebê da melhor maneira possível e, quando ele já estiver maiorzinho, como fazer com que ele crie gosto por verduras e legumes. Como em quase tudo na educação dos filhos, o exemplo e a persistência dos pais são a chave para conseguir o que para muitos parece impossível: ver a criança preferir uma maçã a um salgadinho.

Conforme ele cresce, torna-se mais difícil acompanhar de perto o que seu filho anda comendo por aí, na hora do recreio ou na casa de amiguinhos. Mesmo assim, é possível saber se ele está se alimentando bem com base no desenvolvimento físico e mental dele: há seis pontos essenciais a serem notados, do funcionamento regular do intestino à disposição para brincar . Afinal, com alimentação não se brinca – embora os pequenos possam se divertir (e aprender a se alimentar melhor) na cozinha.

Fonte: IG

Dicas sobre um bom café da manhã

Dicas em nutrição infantil

Café da manhã – Obrigatório

Estudos mostram que as crianças que consomem o café da manhã ficam mais despertas e aprendem mais do que aquelas que não tem o hábito de se alimentar nas primeiras horas do dia. Pais: o exemplo é fundamental! Se você não se alimenta pela manhã, a chance de seu filho repetir este (mau) hábito é maior. E lembre-se: você também precisa do café da manhã.
Dicas para um café da manhã rápido e saudável:

• Cereais que podem ser adicionados ao leite ou iogurte;
• Queijo quente;
• Frutas;
• Salada de frutas;
• Iogurte;
• Vitamina de frutas;
• Biscoito com requeijão.

Flexibilidade – As crianças precisam consumir alimentos com maior freqüência. Geralmente 6 ou 7 refeições são necessárias. Sanduíches de queijo, sucos, frutas, pipoca e biscoitos simples (sem recheio) satisfazem e não tiram o apetite para as refeições principais.

Limites – As crianças precisam de alimentos saudáveis para um bom crescimento e desenvolvimento. Porém, não adianta muito proibir as guloseimas de forma radical já que as crianças em idade escolar acabam conseguindo balas, chocolates, pirulitos, salgados, refrigerantes e outras guloseimas na cantina ou com colegas. O melhor é ensinar através do exemplo que uma alimentação saudável é importante e saborosa. E tenha ocasionalmente estes alimentos apreciados pelas crianças (e adultos), em pequena quantidade. O importante é não usa-los como premiação e nem fazer de seu consumo uma festa. Todos os alimentos devem ser valorizados igualmente.


Outros benefícios do café da manhã

Estudos sugerem que o consumo regular do desjejum pode:

- reduzir o risco de obesidade e colesterol alto;
- diminuir a resistência à insulina (condição que aumenta o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares);
- aumentar o consumo de nutrientes essenciais;
- melhorar a memória.

Fonte: blog de Andreia Torres

Suco nutritivo com aveia

Suco nutritivo com aveia

Ingredientes
1/2 mamão pequeno
1 maçã vermelha
2 colheres de aveia
4 colheres de açúcar
1 litro de água

Modo de Preparo
1.Descasque as frutas e tire as sementes
2.Corte em pedaços e coloque no liquidificador com os outros ingredientes
3.Bata tudo por 1 minuto

Kibe de Abóbora

Kibe de Abóbora


1 xícara(s) (chá) de trigo para kibe
1/2 unidade(s) de abóbora em pedaços médios
1/2 xícara(s) (chá) de cebolinha verde picada(s)
1/2 xícara(s) (chá) de salsinha
1/2 xícara(s) (chá) de hortelã picada(s)
6 colher(es) (sopa) de azeite de oliva
quanto baste de sal


Cozinhe e amasse a abóbora. Escorra bem e reserve. Deixe o trigo para kibe de molho em água morna por cerca de 2 horas. Depois, escorra e esprema bem, para eliminar o excesso de água. Numa tigela, misture o trigo com 5 colheres (sopa) do azeite. Junte a abóbora e misture. Acrescente a salsinha, a cebolinha, a hortelã e tempere com sal a gosto. Misture bem até a massa ficar homogênea. Coloque a massa em uma forma refratária untada com o azeite restante. Leve ao forno médio (pré-aquecido) por 30 minutos ou até ficar firme e dourar. Sirva em seguida.
Obs: Se quiser, pode rechear o kibe com queijo mussarela ou com tomate.

sábado, 5 de junho de 2010

Aleitamento materno e saude bucal

Benefícios do Aleitamento Materno para a Saúde Bucal



O aleitamento materno proporciona inúmeros benefícios para a saúde do bebê, sendo que alguns estão diretamente ligados à saúde bucal. A amamentação contribui para o crescimento dos ossos e dos músculos levando à harmonia da face, correto posicionamento de dentes e língua, além de auxiliar a respiração e a fala.

Crescimento adequado do complexo crânio - facial e treinamento da musculatura bucal
A sucção da mama possibilita melhor desenvolvimento da face, melhor posicionamento dos dentes (correta oclusão), contribuindo para o exercício das funções de deglutição, respiração, mastigação e fala.
Redução nas chances de adquirir hábitos nocivos de sucção
O aleitamento materno diminui as chances de uma criança adquirir hábitos de sucção não nutritivos, como sugar os dedos ou chupeta.
Qualidade dos tecidos dentários
O leite materno, alimento nutricionalmente mais adequado é fonte importante de cálcio e outros minerais, que fortalecem os dentes.
Redução no risco de cárie
O aleitamento materno quando bem orientado pelo pediatra, retarda a introdução da sacarose (açúcar) na dieta da criança e evita o uso da mamadeira, o que diminui o risco de cárie nos bebês.
LEMBRE-SE: Primeiro dente de leite na boca significa primeira visita ao Odontopediatra.

Tomando estes cuidados seu filho terá hábitos adequados, crescendo com saúde e dentes fortes.

Relatores:
Grupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo

Texto divulgado em 5/08/2009.